Amor infinito e além

Sobre o amor e o tempo

Somos limitados e criamos uma necessidade de tudo limitar. Limitamos o tempo. Tudo é tempo. Tempo é tudo. Vidas que poderiam ser escritas por ponteiros de relógios. Quanto tempo no trabalho? Quanto tempo no trânsito? Quanto tempo no celular? Continue lendo

Escrito por Vinicius Andrade

Jornalista amante da escrita. Criador do Crônicas do Agora. Interessado em boas conversas, textos e histórias.

Hoje eu não vou falar de amor

Eu não vou falar de amor. Falar de amor é uma merda. Falar de amor sempre rasga o peito e divide ao meio o sentimento bom que às vezes nem chega a ser. Hoje eu vou falar só da parte boa. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

A poesia da contradição escrevendo uma coletânea vitalícia de histórias que vivi e inventei.

Por que você não deveria acordar cedo pra ir trabalhar

Você não deveria acordar cedo pra ir trabalhar

Você já parou pra pensar como é doentio o fato da gente acordar cedo pra trabalhar? A gente só acorda cedo pra isso. A gente podia fazer tanta coisa mais interessante. Acordar cedo pra andar. Pra tomar café. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

A poesia da contradição escrevendo uma coletânea vitalícia de histórias que vivi e inventei.

O sorriso dela é o remédio mais eficiente contra o meu esquecimento

Tenho a memória curta. Me esqueço de compromissos, de promessas, de avisos e sobreavisos. Não me lembro o que comi no almoço de ontem e nem do texto que escrevi semana passada. Guardo rostos, esqueço nomes. Continue lendo

Escrito por Vinicius Andrade

Jornalista amante da escrita. Criador do Crônicas do Agora. Interessado em boas conversas, textos e histórias.

O que faz você feliz?

O que faz você feliz?

Você já parou para enxergar a felicidade? Ela está nas coisas pequenas! No bom dia da pessoa amada, no cheirinho de café. Tá naquele chocolate na TPM – ainda mais se veio, inesperadamente, de alguém especial. Tá no andar de mãos dadas, no olhar no olho, no toque da pele, no abraço apertado e no cheiro da pessoa amada. Continue lendo

A preguiça de fazer pra amanhã que deixa tudo pra ontem

Me conta: o que você deveria estar fazendo enquanto lê esse texto? Terminar um relatório? Fim do mês tá aí, tem que mensurar os resultados, né? Ou é ligar pra sua operadora pra cobrar daquela fatura que veio o dobro do preço? Deixou de fazer um texto pra pós e vai acabar fazendo de última hora no ônibus, né? Continue lendo

Escrito por Gi Marques

A poesia da contradição escrevendo uma coletânea vitalícia de histórias que vivi e inventei.

Pra você dar o nome. Eu chamo de saudade!

E a saudade bateu de novo na minha porta. Ela é tipo um ioiô, que vem e volta. Bate e volta. Eu sabia que ela viria. Mais cedo ou mais tarde, ela sempre vem. E vem com TPM, sem TPM, com carência, sem carência e cheia de força, sempre! E ela insiste em ficar. Continue lendo

Autoconhecimento requer pausa, silêncio e pequenas doses de solidão

O carnaval acabou, março já está quase na metade e só agora consigo me dar conta do quanto as coisas mudaram por aqui. Terminei a faculdade. O sonho de uma vida que veio seguido de um grande período de inércia. Sim, já passou o carnaval e o que tenho feito? Esperando. Sentindo. Pensando. Sentindo. Continue lendo

Quarta-feira de cinzas também tem cor (um ode aos clichês)

Entre o Tô de Bowie, o Baixo Augusta, o Me Fode que Eu Sou Produção e o Bloco dos Punks, um consenso: nossa carne é de carnaval. E te afirmo, palavra de glitter e serpentina, a carne da galera do Bloco do Tô em Casa também é de carnaval. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

A poesia da contradição escrevendo uma coletânea vitalícia de histórias que vivi e inventei.

Eu preciso dizer que te amo

Vou ser prática, porque a vida corre rápido e não tenho tempo pra ficar explicando sentimento que é meticulosamente explicitado diariamente. Assim, não quero ser grossa: longe disso. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

A poesia da contradição escrevendo uma coletânea vitalícia de histórias que vivi e inventei.

Não tem nada demais se o outro não quer nada comigo

Relacionamento é assim: você conhece alguém. Aí a pessoa parece massa, um pouco desgraçada das ideias, mas nada que prejudique o desenvolvimento da conversa. Continue lendo

Escrito por Gi Marques

A poesia da contradição escrevendo uma coletânea vitalícia de histórias que vivi e inventei.